Porto: Vereador da CDU critica Câmara por vender jardim público sem dar conhecimento a moradores

 — O vereador da CDU na Câmara do Porto considerou hoje “inadmissível” que a autarquia “tenha vendido” um jardim público na Urbanização Nova da Prelada sem dar conhecimento aos moradores que cuidavam do espaço há 17 anos, “a expensas próprias”.

 O vereador da CDU na Câmara do Porto considerou hoje “inadmissível” que a autarquia “tenha vendido” um jardim público na Urbanização Nova da Prelada sem dar conhecimento aos moradores que cuidavam do espaço há 17 anos, “a expensas próprias”.

“Aquele é um espaço público que há cerca de duas décadas tem vindo a ser tratado pelos condóminos daquelas torres. É inadmissível que a Câmara tenha vendido o terreno sem dar satisfação aos moradores que tratavam dele a expensas próprias”, criticou o vereador comunista Rui Sá, em declarações à Agência Lusa.

Pedro Peres, morador num dos edifícios da rua Professor Carlos Lima, os jardins adjacentes aos prédios foram vedados no dia 23 de dezembro de 2010 e hoje começaram as operações de abate de árvores: durante a manhã foram abatidas 12, disse o residente à Lusa, classificando a operação de “crime ambiental”.

Notícia retirada de: http://aeiou.visao.pt/

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One Response to Porto: Vereador da CDU critica Câmara por vender jardim público sem dar conhecimento a moradores

  1. Os moradores da Rua Professor Carlos Lima, na Urbanização Nova da Prelada, no Porto, nem queriam acreditar que os jardins públicos contíguos ao prédio que habitam estavam a ser destruídos na manhã de ontem. Mas os impropérios que proferiram não evitaram o corte de choupos, bétulas e de um plátano por uma empresa construtora. “Moro no Porto há 45 anos e nunca vi isto”, indignou-se Pedro Peres, morador no local, clamando: “Isto é um crime ambiental.”

    Pelo que Pedro Peres apurou, desde que viu os dois jardins vedados, no início de Dezembro último, a Câmara do Porto vendeu-os para permitir a construção de um estacionamento com 143 lugares que servirá um futuro supermercado Pingo Doce. O morador garante que foi celebrado um protocolo com a Câmara do Porto, há 17 anos, sobre a utilização dos jardins pelos condóminos. Nos termos do acordo, alega o morador, a autarquia assumiu o fornecimento de água e de alguns arbustos e os condomínios pagaram árvores, sistemas de rega e contrataram jardineiro. “Fizemos um investimento superior a 50 mil euros e, quando se consegue ter um jardim em condições, é isto: vem abaixo”, lamenta Pedro Peres.
    O morador assegura que fará tudo ao seu alcance para contestar a decisão camarária. Para além de um abaixo-assinado, em curso, os dois condomínios de quatro torres, que totalizam 208 fogos, preparam-se para contratar um advogado. E marcaram uma manifestação, no local, para a manhã do próximo domingo.

    Notícia In Público online

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