Ventos fortes, ondas de dez metros e uma morte no Porto

Queda de árvore matou condutor na zona industrial da cidade. Na A24, outro acidente feriu dois elementos do INEM com gravidade.

Acabou por morrer ainda no local do acidente o condutor do ligeiro de mercadorias que foi atingido pela queda de uma árvore na zona industrial do Porto. Esta foi a ocorrência mais grave das muitas que o mau tempo provocou ontem por todo o país. Rajadas de vento que, segundo o Instituto de Meteorologia, atingiram, às 14h10, os 74,5 quilómetros/hora (valor máximo observado na estação de Pedras Rubras), provocaram algum alarme na região e, um pouco por todo o lado, registou-se a queda de árvores e de estruturas diversas.

O acidente que vitimou um homem de 72 anos, residente em Rio Tinto (Gondomar), ocorreu pelas 14h15, quando uma árvore tombou sobre a Renault Express que transitava entre a Rua de Ezequiel de Campos e a Rua de Delfim Ferreira, no Porto.

Os primeiros a chegar ao local foram alunos do Centro de Formação Profissional da Indústria de Fundição (Cinfu) e algumas pessoas que se encontravam nas redondezas, alarmadas pelo barulho. “As pessoas ainda ten- taram tirar a árvore de cima do carro, mas era muito pesada e acabaram por desistir”, disse ao PÚBLICO, Diogo Rodrigues, estudante de Carpintaria, na Cinfu. De acordo com a mesma testemunha, a vítima ainda estaria viva quando o INEM chegou, mas acabaria por morrer instantes depois: “Ainda vi o senhor mexer os braços, mas depois não houve mais nenhum sinal de vida”, contou.

O cruzamento esteve cortado ao trânsito durante o processo de remoção da viatura e da árvore, reabrindo por volta das 16 horas.

Alguns moradores disseram ao PÚBLICO que muitas das árvores do jardim estavam “podres”. Esta situação, garantiram, já fora transmitida à Câmara do Porto, na expectativa de que ela procedesse à remoção das mesmas e que “tratasse com mais frequência” do jardim. “Andamos a tentar resolver isto há um ano. Da câmara, disseram-me que havia um plano paisagístico para o jardim, mas não sabemos o que é. E, no ano passado, já tinha caído uma árvore pequena”, disse Maria Odete, moradora nas imediações.

Notícia completa em:  http://jornal.publico.pt/

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Grupo de Voluntários do Núcleo do Porto da Quercus
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