Porto lança até final de Maio plano de reflorestação do distrito

O Governo Civil do Porto vai lançar, até ao final do mês de Maio, um plano de reflorestação do distrito para o qual já convidou várias empresas e desafiado a PSP e a GNR a participar.

“Neste momento o Governo Civil está a desenvolver um plano de reflorestação para o distrito do Porto em colaboração com a AFN (Autoridade Florestal Nacional) e estamos também a desafiar muitas empresas sediadas no distrito a colaborarem nesse projecto”, explicou hoje a governadora civil do Porto à margem de uma cerimónia de apresentação de um estudo relativo a emissões de dióxido de carbono que decorreu hoje de manhã em Gaia.

Isabel Santos acrescentou que o mesmo desafio foi já lançado à PSP devendo ser alargado à GNR, para que “agentes participem em acções de reflorestação no âmbito desse plano”.

Esta é pois uma “forma de colaborarem e ajudarem a diminuir a sua pegada de carbono que é significativa dado o número de ignições emitidas não só pela circulação de veículos que estas forças têm todos os dias ao serviço dos cidadãos neste distrito mas também pelas actividades administrativas que também têm um impacto ambiental significativo”.

A afectação das autoridades ao programa é ainda uma forma de despertar os agentes para questões ambientais, tornando-se assim mais disponíveis para acções de sensibilização junto dos próprios cidadãos.

As áreas que serão afectas ao programa estão determinadas, tendo sido definidos planos pela AFN em colaboração com a BALADI (Federação Nacional dos Baldios).

A governadora destacou que “já há empresas convidadas e outras a manifestarem intenção de adesão [ao plano], e áreas identificadas”.

Isabel Santos prevê conseguir lançar publicamente o programa “até ao final de Maio” para que as acções de reflorestação possam iniciar-se “a partir de Outubro”.

A PSP plantou hoje no Parque Biológico de Gaia seis carvalhos para compensar as emissões de dióxido de carbono resultantes das suas instalações em Oliveira do Douro.

A Acção foi simbólica e resultou de um estudo levado a cabo por um agente da PSP sobre o impacto ambiental da actividade da polícia no distrito, que procurou também saber quais as Acções de compensação necessárias para capturar todo o dióxido de carbono emitido.
Notícia retirada de :http://ecosfera.publico.clix.pt/

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Grupo de Voluntários do Núcleo do Porto da Quercus
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